Em cinco anos, dobra a rede civil de combate à corrupção no Brasil
Roberto Almeida (AE)
A rede civil de combate à corrupção dobrou no País em cinco anos, apontam dados da Voto Consciente e Amigos Associados de Ribeirão Bonito (Amarribo), duas das principais ONGs brasileiras de fiscalização do poder público. Elas centralizam hoje uma teia de voluntários, que vigiam os trabalhos em pelo menos 87 cidades. Há cinco anos não passava de 40.
Antes com foco exclusivo nas capitais, trabalho realizado pela Transparência Brasil, agora as entidades alastram-se pelo interior dos estados. Voluntários orientados pelas ONGs acompanham o dia-a-dia nas câmaras municipais e prefeituras, denunciam casos de corrupção. Com o auxílio da polícia, imprensa e Ministério Público, movem ações civis que por vezes resultam na cassação de mandatos.
A maior parte dos “vigilantes” concentra-se no interior paulista, mas há formação de grupos em todo o Brasil. Tucuruí (PA) e Maués (AM) na região norte, Morro do Chapéu (BA) no nordeste, Nova Xavantina (MT) no centro-oeste e Bombinhas (SC) no sul também têm seus núcleos de combate à corrupção.

consciência política
Responsável pelos contatos com interessados, Geane Menezes, voluntária da Voto Consciente, conta que o número de parcerias é crescente, com picos em anos eleitorais. Na Amarribo é o mesmo. Desde 2003, as duas ONGs contabilizaram consultas de interessados de 1.551 municípios – 10% de todo o País. Gente querendo saber como “limpar” a administração pública de suas cidades.
O problema, relata Geane, é que nem todo contato se transforma em ação. O entusiasmo pela possibilidade de mudança nas urnas normalmente se esvai em menos de um ano. O medo de intimidações e perseguições aumenta, o número de voluntários diminui. “Há muito fogo de palha”, explica a voluntária. “Tem gente que diz ter medo de ser assassinada, de sofrer algum atentado.”
Acuadas e com poucos recursos financeiros, algumas iniciativas acabam ficando pelo caminho. Recentemente, a Voto Consciente perdeu núcleos em Jacutinga (MG), Montes Claros (MG), Pouso Alegre(MG) e Santo André (SP).
O entusiasmo eleitoral ao menos renovou o trabalho em outras cidades. Rio Claro (SP), Lavras (MG) e São Bento do Sapucaí (SP) ganharam núcleos de atuação neste ano. “Quando tem um líder, uma pessoa bem empenhada e engajada na continuidade do trabalho é que a coisa vai adiante. É preciso ter tempo. Às vezes estudantes ou aposentados dão conta do recado”, ressalta Geane.
É um estudante de ciências sociais, Henrique Parra, que comanda a Voto Consciente de Jundiaí (SP). Ele já realizou avaliação dos vereadores jundiaienses e agora coleta assinaturas para um programa de metas legislativas, na tentativa de conseguir mais transparência no Executivo e Legislativo.
Em Águas da Prata (SP) é um grupo de mulheres, muitas aposentadas, que faz trabalho “exemplar”, de acordo com a Amarribo. É a ONG Guará, que sob o comando de Yara Cavini acompanha a câmara municipal da cidade e já acionou a Justiça para reverter um processo de privatização.
São exemplos que encantam os coordenadores das ONGs, que tratam as entidades como “filhas”. Algumas, já com “netos”, como a Associação dos Amigos de Januária (Asajan), no norte de Minas Gerais, que propagou seu exemplo para toda a região.
Contudo, para Sonia Barboza, coordenadora da Voto Consciente, a escala do trabalho ainda preocupa. O número de núcleos, segundo ela, é muito tímido em comparação às necessidades do País. “Eu acho que poderíamos ter mais, eu acho pouco”, resigna-se.
O principal problema, segundo as entidades, é a dependência da internet como meio de comunicação. A expectativa da Voto Consciente e Amarribo é de realizar mais palestras no ano que vem, e construir uma relação próxima, de laços fortes, com seus parceiros.
Retirado do site: Tribuna
O drama da capacidade humana
Ando pensando em algo. Acerca da real capacidade do ser humano.
Desde quando nascemos, a sociedade moderna nos deixa a entender que somos capazes de tudo, basta desejarmos algo. E também que o equilíbrio em todas as áreas na nossa vida é algo possível de ser alcançado, bastando se incluir em todas as atividades e se moldar ao padrão ético-capitalista de ser e agir. Entretanto, à medida que se cresce, vários problemas emocionais e psicológicos surgem em decorrência desse ensinamento. “Como eu não consigo fazer isso?”, “Porque Fulano chegou naquele ponto e eu não?” e “Porque Ciclana é mais bonita do que eu?” são as perguntas paranóicas que nos invadem e vão nos destruíndo à medida que tentamos viver nesse mundo de pessoas modelo, ditas ilimitadas e perfeitas, semi-deuses.
E agora a pergunta: “Por que o Hissashi anda pensando sobre isso?”. A resposta: Lá vai o Hissashi se encontrar com amigos. Todos conversando, rindo muito, e, cadê o Hissashi? Se esforçando e se matando para ser uma pessoa divertida. E lá sai ele, se chamando de idiota e anti-social. Outro caso. Uma conversa informal sobre assuntos filosóficos. medida que a conversa vai se aprofundando, aprofundando, cada vez mais abstrata, onde está o Hissashi? Comendo hamburguer e viajando na maioneeeese! E lá sai ele, se chamando de burro e idiota, incapaz de acompanhar o raciocínio filosófico. Da mesma forma, lá está o Hissashi resolvendo questões de prova. Termina a prova e a revisa duas vezes. Mesmo fazendo isso é o primeiro que sai da sala e consegue acertar todas as questões, enquanto quase todos os outros terminam a prova no último segundo permitido e não acertam nem um terço das questões. Detalhe: todos estudaram juntos. E lá sai ele, feliz e contente por si, mas questionando o porquê das notas ruins dos colegas, mesmo tendo estudado juntos. E o último caso. Por que eu consigo ver, ouvir, correr, falar e outros são cegos, surdos, paralíticos ou mudos?

A limitação física, também chamada de deficiência física, é apenas a limitação exposta, aquela que é fácil de se identificar. E as pessoas ditas normais (nas entrelinhas, ilimitadas), sofrem com o fato de se enquadrarem no ramo de pessoas que DEVEM ser capazes de fazer e ser tudo o que quiserem, mas não o conseguem.
A sociedade despreza o fato de que cada ser humano é único, diferente não só no aspecto de preferências, mas também em habilidades E DEBILIDADES. Um atleta pode ser bom no que faz: o uso do corpo em movimento para alcançar a aplicação máxima das regras de sua prática esportiva (e até aqui existem os que perdem), mas esse mesmo talvez tenha problemas com o pensamento matemático (alguns talvez o chamem de burro). Na história vemos vários exemplos de exímios músicos e cientistas que tinham sérios problemas com a convivência em sociedade.
Para o exemplo que irei citar agora, quero separar um parágrafo, mesmo continuando o assunto anterior. Uma mulher que se enquadra no padrão perfeito de beleza no país em que vive (falando de Brasil, loira, de olhos azuis, magra e alta) normalmente não é considerada uma pessoa muito inteligente, mas alguém que sempre comete vacilos inimagináveis e gafes terríveis ao abrir a boca para falar algo. Ou melhor, BURRA. Loira burra! (Falo principalmente das que estão na TV).
Todos nós devemos aceitar o fato de sermos pessoas limitadas. Somos bons em algo, e VAMOS ser ruins em outras. Ou vou ser sociável, ou vou ser muito inteligente, ou vou ser bonito, ou vou ter habilidades físicas, ou vou ter habilidades musicais, ou vou ter habilidades artísticas, ou vou ser criativo, ou vou ser metódico, ou vou ser paciente, ou vou ser solícito, ou vou ser firme, ou vou ser sincero, ou vou ser sério, ou vou ser engraçado. Dentre as poucas características destacadas e infinitas outras que não foram descritas, todos nós, misturando algumas delas, formamos o que nós somos: seres diferentes e LIMITADOS, mas que, unidos, podem se completar! Nesse ponto, não existem deficientes. Existem pessoas. Cada qual com sua limitação.
Portanto, não se mate por não conseguir ser o que quer ser (talvez o que querem que você seja). Não tente ser igual a Deus. Aceite sua limitação, lembre-se de suas habilidades, invista nelas e seja feliz! Por mais que talvez essa sua habilidade não seja tão valorizada pela sociedade. Não vale a pena sofrer em troca de viver uma vida feliz e saudável. Veja-se livre da doença que alguns chamam de a doença do século (é interessante pensar porque a depressão está sendo disseminada de forma tão maciça no nosso século). Que Deus nos ajude a vivermos com aquilo que Ele nos deu e sermos gratos por sermos assim.
uma frase
“Ó Senhor, lembra-te não apenas dos homens e das mulheres de boa vontade,
mas também daqueles de má vontade.
Não te lembres, porém, de todo o sofrimento que eles nos infligiram.
Antes lembra-te dos frutos que produzimos por causa desse sofrimento -
de nossa amizade, de nossa lealdade mútua, de nossa humildade, de nossa coragem, de nossa generosidade,
A GRANDEZA DE CORAÇÃO QUE SURGIU DESSA TRIBULAÇÃO.”
PS.: Oração encontrada no bolso de uma criança que estava na câmara de gás em um campo de concentração nazista em 1943.
Dessa vez eu dispenso qualquer comentário.
Bem pessoal, esse é apenas o começo.

apenas o começo
Para começar, isso é apenas o começo do meu blog, entende? Não é coisa demasiadamente complicada de se entender a princípio, já que se trata nada mais nada menos do que o começo dele apenas. Para não começar ele de forma muito enfadonha, permita-me começar a me justificar por um começo tão enfático. Esse é apenas o começo, relax my friend! Vamos começar nesse começo bem! O que você acha disso?
Então, voltando ao assunto, para o começo do blog vou começar a falar sobre o que pretendo falar no começo. Falo pretendo porque normalmente quando a gente começa falando todo o propósito de um ato nosso, acabamos nos equivocando.
Voltando, esse começo apenas pretende ser para justificar o motivo desse blog. O motivo disso é para apenas começar! Muito simples, não? No começo desse começo eu já havia falado acerca disso! Pena que você, de tão impaciente que ficou desde o começo, não prestou atenção no que eu falava. Mas não se preocupe, para todas as coisas, além do começo existe o re-começo! Comece novamente comigo, que tal?
[Resumo] Que conselho você daria a estudantes de TI?
Decidi fazer um resumo de um texto que achei super interessante. Talvez para você não faça muito sentido, se é que você não é da área de TI ou mesmo não se interessa por desenvolvimento. Mas não fique descontente, esse blog não é exclusivamente sobre isso! ;]

O texto se trata de respostas curtas dadas por desenvolvedores experientes e também por comentaristas no próprio site acerca de conselhos os quais eles dariam a estudantes de TI que pretendem seguir na área de desenvolvimento. Aí vão eles!
Conselhos:
0 – Primeiro, não entre em pânico! (Essa é ótima, hehehe, já que, quando um estudante se depara com o TANTO DE COISAS que existem no mercado hoje, ai ai, tem que ter calma para não pirar de vez!);
1 – Inicie com o simples mas continue aprendendo;
2 – Erros fazem parte do aprendizado. Não deixe que o acumulo desses se tornem um empecilho. Enxergue-os como os agentes que o transformarão em um programador experiente;
3 – Às vezes é bom sim reinventar a roda;
4 – Escreva código! Não espere aprender programação na universidade;
5 – Esqueça da sua primeira versão da aplicação. Relaxe, escreva mais um pouco e orgulhe-se de ter uma nova versão bem melhor do que a anterior. Mas seja cuidadoso, isso nunca termina. rs.
6 – Não apenas escreve muito código, mas leia tanto quanto! Reescrever de forma errada apenas reforça o erro. Lendo bons códigos, você irá aprender a fazê-los de igual modo;
7 – Não se apegue demasiadamente à linguagem, absorva antes os Design Patters e as arquiteturas de software.
Original aqui.